Quais os Sintomas do Câncer Anal, a Doença Silenciosa que Você Precisa Saber!

Quais os Sintomas do Câncer Anal, a Doença Silenciosa que Você Precisa Saber!

O câncer no ânus, também chamado de câncer anal, é um tipo raro de câncer caracterizado principalmente por sangramento e dor anal, principalmente durante a evacuação. Esse tipo de câncer é mais frequente em pessoas com mais de 50 anos, que praticam sexo anal ou que estão infectados pelo vírus HPV e do HIV.

De acordo com o desenvolvimento do tumor, o câncer anal pode ser classificado em 4 estágios principais:

  • Estágio 1: o câncer anal tem menos de 2 cm;
  • Estágio 2: o câncer tem entre 2 cm e 4 cm, mas está localizado apenas no canal anal;
  • Estágio 3: o câncer tem mais de 4 cm, mas espalhou-se para áreas próximas, como bexiga ou uretra;
  • Estágio 4: o câncer criou metástases para outras partes do corpo.

De acordo com a identificação do estágio do câncer, o oncologista ou proctologista pode indicar o melhor tratamento para alcançar a cura mais facilmente, sendo na maioria das vezes necessária a realização de quimio e radioterapia.

Alguns casos de câncer de ânus não causam sintomas. No entanto, em mais de metade dos pacientes, ocorre sangramento, que é frequentemente o primeiro sinal da doença.

No início, a maioria das pessoas assume que as hemorroidas são a causa da hemorragia. As hemorroidas são veias inchadas no ânus e reto, dolorosas, que podem sangrar. Elas são uma causa benigna e muito comum de sangramento retal.

Os principais sintomas do câncer de ânus incluem:

  • Sangramento retal.
  • Coceira.
  • Nódulo ou massa no ânus.
  • Dor na região anal.
  • Alteração do diâmetro das fezes.
  • Descarga anormal no ânus.
  • Aumento de tamanho dos gânglios linfáticos na área do ânus ou virilha.

A maioria desses sintomas também podem ser provocados por condições benignas, como hemorroidas, fissuras, fístulas anais e verrugas. Entretanto, se você apresentar qualquer um destes sinais ou sintomas, converse com seu médico para que a causa possa ser identificada e, se necessário, iniciado o tratamento.

Fonte: American Cancer Society (20/01/2016)

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